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Oi galera,

Esse é um post rapido apenas para dizer que o Eu sou assim está de casa nova. A partir de agora vocês já podem me visitar e comentar no meu domínio .com.br, endereço abaixo:

http://tathy.com.br

Quero agradecer especialmente a Pâm do Garotait, pois foi inspirada no blog dela que eu resolvi ter meu proprio dominio e hospedagem. Também foi ela quem me ajudou com os detalhes técnicos na nova casa.

O layout do Eu sou assim ainda é provisório, mas em breve, estarei não só em casa nova, como de cara nova.

Espero vocês lá!

Entrevista com Geyme Lechner Mannes, autora do livro “Meninas bonitas não são para casar”

É com enorme alegria que apresento entrevista que fiz com a já querida Geyme, autora do livro Meninas bonitas não são para casar. Ainda não li o livro, mas fico cada vez mais com àgua na boca todas as vezes em que devoro a sinopse. 

Devore você também:

O futuro de uma jovem violentada poderia ter sido diferente. A descoberta do primeiro amor, uma mãe cruel, um pai alcoólatra e a inveja de uma irmã marcam profundamente a adolescência de Roberta e trazem como conseqüência, um futuro cheio de controvérsias perigosas.
A menina inocente é enterrada e em uma nova cidade nasce uma nova mulher. (continua aqui)

Para quem não conhece a Ge, ela é Escritora, critica de política, filosofa do cotidiano, avessa à ditadura do sistema imposto, contraria ao “status quo” da conformidade. Casada, mora em Leipzig na Alemanha. Ge é também blogueira, dona do Boutique de Idéias.

Geyme Lechner Mannes, autora do livro Meninas bonitas não são para casar

Confira a entrevista: 

Como surgiu a ideia do livro? 
 A ideia do livro na verdade não surgiu nunca, eu comecei escrevendo devagarzinho sem saber “o que” nem para “onde”. Quando percebi que tinha uma historia com lugar definido e alguns personagens, fui encaixando tudo posteriormente, similar a uma obra de arquitetura. Situações, encontros e desencontros, personagens vítimas de si mesmos e seus desafetos. Ainda que eu não tivesse uma ideia quando sentei-me para escrever as primeiras linhas da obra, tinha imensa vontade de criar um romance que eu mesma gostaria de ler. Reconheci minha vontade voraz de escrever e obedeci este desejo.

Como você descobriu que queria ser escritora? 
Bem, não sou partidária de fazer o tipo que diz: “Leio tudo que cai em minhas mãos”, esse tempo existiu, mas partiu para longe. Adoro ler, mas leio só o que me interessa e me dá prazer, se não gosto de uma leitura, invisto até certo ponto, depois desisto. Pode soar arrogante, mas como leitora exigente e “destruidora” de livros que sou desde faz muito tempo, tive momentos de insatisfação com livros muito bons. Algumas vezes flagrei-me dizendo a mim mesma: Por que o autor não escreveu de outra forma? (como eu queria que fosse) e dava meus próprios desfechos, “consertava” tudo que poderia ser melhorado (para o deleite de minha própria leitura).

Morar na Alemanha é uma opção pessoal ou profissional? Escritora brasileira, sofre preconceitos? 
Absolutamente pessoal, meu marido (e meu manager também), é alemão. Resolvi encarar esse país como um super-desafio dado as diferenças de cultura e principalmente de idioma. Ainda que a opção de morar na Alemanha seja pessoal, escrevo meu segundo livro enquanto tento uma publicação na Europa, Portugal é nosso primeiro país “alvo”. 

Para responder a segunda pergunta, diria que o maior preconceito que escritoras brasileiras sofrem é no próprio Brasil. Não falo pelo gênero sexual, mas pelo fato de escritor brasileiro ser dividido em níveis, ora como super star (alguns gatos pingados), ora com suas obras confinadas dentro de gavetas. As editoras no Brasil nem recebem mais os originais, a grande maioria funciona apenas através de agentes literários. Para citar um exemplo, participamos da feira do livro em Frankfurt, a maior e mais importante mundialmente, levei alguns originais e apresentamos na associação de escritores da América Latina, situada em Berlim, levamos também para editoras alemãs, fizemos contatos com espanhóis, outros escritores… foi fantástico, os únicos arrogantes que encontramos na feira foram os representantes da Cia das letras, editora brasileira, lamentável….. Encontrar brasileiros fora do Brasil e sentir a soberba proposta… 

Está lendo algum livro atualmente? Qual? 
Acabei O retrato de Dorian Gray de Oscar Wilde (interessantíssimo!) e comecei: O perfume, a história de um assassino.

Qual seu tipo de leitura favorita? 
Romances, sempre romances, bons romances!

Recorda-se qual foi o primeiro livro que leu? 
Com certeza absoluta: O outro lado da meia-noite de Sidney Sheldon.

Quem, ou o que, te inspira a escrever? 
A vida por ela só, pessoas, manias, reações, percepções… Sou curiosa e atenta, tudo e todos podem ser frutos para uma boa história! Poderia responder essa pergunta com os agradecimentos que escrevi no meu livro (eles serão sempre válidos), vou resumir: “Agradeço todas as pessoas que de alguma forma contribuíram com suas loucuras, aos que sobreviveram a problemas estúpidos e aos que resolveram grandes problemas… aos que não souberam lidar com paixões, aos suicidas, aos amores obsessivos, à razão dos insanos… Agradeço todo delírio humano que de alguma forma foi (e é) fonte para minha inspiração!”

Quando e porque você começou a escrever: Meninas bonitas não são para casar? 
Comecei a escrever mais ou menos em 2002, quando não encontrava mais livros que me satisfizessem, então pensei: Por que não escrevo meu próprio livro? Entre plantões que fazia no hospital e a faculdade de administração, dedicava-me a escrever um pouco a cada dia. Levei mais de 3 anos e terminei a obra quando estudava filosofia na Argentina, em 2006. O livro estava encadernado na minha prateleira, ano passado com o incentivo incondicional de meu marido, resolvemos divulgar a obra e tirá-lo da estante.

Como foi a escolha do titulo? 
Foi muito mais difícil que escrever o livro, rsrs. O nome original era: Anjos em pecado. Meu agente literário, Zeca Martins, disse que eu ainda necessitava trabalhar o título, depois de centenas de nomes apareceu: Meninas bonitas não são para casar, eu gostei, ele gostou e todos ficamos felizes! O título vai de encontro aos desencontros amorosos, a beleza às vezes é a pior inimiga… e coincidentemente (já que o título veio depois), as garotas na obra, não vivem o famoso: E foram felizes para sempre… 

 Eu particularmente me apaixonei pela capa. Você teve participação na escolha? 
Minha participação foi somente para aprovar, a capa foi a primeira opção que me enviaram, não tive duvidas, aprovei instantaneamente. Ainda que às vezes a capa confunda os leitores, com sua cor rosa e seu vestidinho de noiva guardado no guarda-roupas, mas a antítese contrastante entre capa e história também me agradaram. Mas aviso: Não se iludam, o livro tem indicação para maiores de 16 anos!

É difícil publicar um livro? 
Sem querer ser pessimista, mas acredito que ganhar na mega-sena é ainda mais fácil, rsrsrs Escritores desconhecidos no Brasil sofrem inúmeras limitações. As editoras não assumem riscos e não chegam sequer a ler o material. Chegamos numa “era” em que lamentavelmente, os escritores precisam patrocinar os próprios livros, divulgar, trabalhar, retrabalhar… com talento e sorte, quem sabe as portas se abram.
 
Qual a dica para quem pretende ser uma escritora?
Inspiração, motivação e percepção para senti-los; ter (ou ser) constantemente bons ouvidos; bons olhos! Ler muito, ter opinião crítica, dominar o português (ainda que existam pessoas que desconsiderem este quesito, para mim é fundamental), exercitar a redação e imaginação em qualquer aspecto no dia-a-dia, aliar tudo isso com uma história que prenda o leitor em algum aspecto determinado, ou, vários deles, entender e conhecer cada personagem e ambiente criado, superar os pudores morais em determinadas circunstancias, ousar, romper regras de conduta! Criar, inovar e ser demasiadamente paciente para escrever a própria obra página por página!

Preparem-se, pois em breve teremos promoção do livro aqui no blog e no twitter

 

 

Saiba mais sobre Chick Lit

Quem já me conhece pelo menos um pouquinho, sabe que eu sou apaixonada por livros. E mais ainda pelo gênero Chick Lit. 

Chick-Lit é a literatura voltada para o sexo feminino, vulgarmente chamada de “Literatura de Mulherzinha”. A despeito de todas as criticas, Chick-Lits são romances leves, divertidos e charmosos, que são o retrato da mulher moderna, independente, culta e audaciosa.  É um gênero que  faz parte da literatura voltada para o entretenimento, cujo objetivo principal é  divertir.
 

Saiba mais sobre o gênero Chick Lit e os seus subgêneros aqui 

 
 

Livros que estou lendo e que estão na minha fila de leitura

Livros que estou lendo e que estão na minha fila de leitura

  

Aproveito para indicar dois blogs que eu ADORO e visito sempre que tem alguma atualização. O primeiro deles é responsável pelas informações acima sobre Chick Lit e seus subgêneros. Visitem, tenho certeza que vocês vão amar tanto quanto eu!!! :)

Lost in Chick Lit 

 

Descobrindo o caminho da felicidade…

Ultimamente, tudo o que eu quero é ser feliz. Da maneira que eu achar conveniênte e não os outros. Cansei de trabalhar, não por vagabundagem, mas pelo simples fato de que eu quero e preciso fazer o que eu gosto e não mais ser obrigada a gostar do que faço.
Me falta coragem, me falta determinação e me falta conhecer o caminho… Só de uma coisa tenho certeza. A vida que eu levo, eu não quero mais. Eu sou assim… Não tenho mais vergonha de mudar de idéia e sim de não ser capaz de ter mais de uma idéia, mais de um caminho!

Essa pequena “lição” traduz de maneira claríssima o que desejo:

“Vocês precisam trabalhar pelos sonhos de vocês. Chega de trabalhar para que outras pessoas alcancem os sonhos delas. Donos de empresas que viajam, conhecem o mundo, atraves do trabalho de vocês, é necessário trabalhar pra si mesmo, nem que isso aconteça na aposentadoria, mas não precisa demorar tanto, descubra o que te faz feliz, apaixone-se por algo e vá em frente” (Thais – Professora de Teatro da Ivy)

Quero ser feliz...

Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome. (Clarice Lispector)

 

Don’t Stop Believin

Glee está de volta após 4 meses de saudades e bombardeio de notícias sobre a série. Eu ADORO a série. Mas principalmente os musicais. A história em si, poderia ser só um pouquinho menos “teen”. Tudo bem, eu é que estou ficando velha… ok!

Como comentei, nestes meses de “férias”, fomos bombardeados com notícias sobre Glee. A Série ganhou o Globo de Ouro de melhor comédia;

A gravação de episódios especiais com músicas de Madonna, The Beatles e Michale Jackson

Arrecadação de 800 mil doláres com a música “Don’t Stop Believin”

Ou ainda, exibição da maratona Glee. Séries de sucesso dos Estados Unidos, como House e Bones terão episódios musicais para homenagear Glee

Pra quem ainda não conhece:

Glee é uma série musical que alterna diálogos e apresentações musicais, usando na maioria das vezes sucessos consagrados do presente e do passado com um novo arranjo.

O jovem professor de espanhol Will Schuester resolve recuperar a glória do Glee Club, o coral da escola que já foi o mais respeitado de todos, mas uma série de escândalos acaba tornando o colégio um refúgio de marginalizados. Ele convoca os alunos para ressuscitar o coral, mas apenas a turma dos excluídos se candidata.

Estréia 2010: A Bela e a Fera (Beastly)

Estreia este ano o filme A Bela e a Fera (em inlês Beastly). O pôster e trailer foram divulgados recentemente. O longa é uma versão descolada e moderna do romance homônimo de Alex Finn. Dirigido por Daniel Barnz e estrelado por Vanessa Hudgens (High School Music),  Alex Pettyfer (Garota Mimada) e  Mary-Kate Olsen (No Pique de Nova York)

Filme: A Bela e a Fera
A Bela e a Fera estreia nos EUA em 30 de julho e no Brasil em 3 de setembro.

  Sinopse: A história do filme segue Kyle Kingson, um jovem que tem tudo, inteligência, beleza, riqueza e boas oportunidades, mas possui uma personalidade perversa e cruel. Após humilhar uma colega de classe, ele é amaldiçoado por ela para se tornar tudo o que ele despreza. Enfurecido com a sua nova horrível aparência, ele vai atrás da garota e descobre que só terá a sua beleza de volta se fazer com que alguém consiga amá-lo, algo que ele considera impossível. Ao ver o que o filho se tornou, o pai do garoto o manda para o Brooklyn com uma empregada e um professor cego. No local, ele se envolve com um viciado em drogas e sua filha, que o ajudarão a descobrir o verdadeiro amor. 

Convenhamos que esta Fera nem se compara com a Fera “peluda” das histórias da Disney, mas será que Vanessa conseguirá quebrar o encanto e domá-la??? Descobriremos em Setembro… Eu já estou ansiosa!!! 

Deus-Dará de Ana Miranda

Livro da Editora Casa Amarela, Crônicas, 2003, 223 páginas. (Leitura concluída em 24/06/07)

Escrevi sobre esse livro há um bom tempo. As anotações foram feitas em ficha pautada e estavam guardadas para mim. Como pretendo públicar minhas resenhas mais vezes, decidi começar por esta que tem um valor todo especial.

Quando o li, desejei como promessa pessoal escrever para a Ana Miranda “tentando” descrever minha experiência com o livro. Confesso que meu desejo era o de ser amiga dela, de conhecer as pessoas que ela conhece, estar nos lugares que ela frequenta… mas saber que ela saberia da minha admiração por ela já me deixava feliz. Foi o que fiz na época, enviei um e-mail e não tive resposta, mas o importante é que ela sabe o quanto a leitura dessas crônicas me foram prazerozas.

Este livro reúne crônicas que Ana Miranda escreveu para a revista ‘Caros Amigos’, durante os anos em que vem colaborando com a publicação.

Deus-daráI ♥:

→ Quando viajamos com uma pessoa a conhecemos verdadeiramente

→ Percebi que ele era uma preciosidade, algo como uma florzinha que nasce num asfalto, um gotejar de àgua num deserto

→ Iria beijar as páginas como eu algumas vezes fizera, ou deixar cair lágrimas no papel?

→ A forma humana da literatura e da memória é o livro

Ana e sua vida exposta em crônicas me fascinaram tanto que não conseguia parar de ler (o que não é incomum). Tudo que a Ana escreve é tão cheio de poesias que mesmo eu não gostando de poesias, estou vendo flores em pedra. Selecionei tantas e tantas frases do livro, mas o espaço é curto para todas elas. Aprendi muito com ela tambem. Li o livro com o dicionário do lado, e apesar disso a leitura não é nem um pouco cansativa, pelo contrário, o domínio que Ana tem das palavras é incrível. Uma outra coisa que me encontou foi fato de que vi na Ana muito de mim mesma, pequenas manias e principalmente o sentimento com livros. As crônicas que mais gostei foram: Um bom livro, Minha biblioteca, O leitor, Para ser lido às crianças, O rosto do escritor, Parque de diversões e muitos outros.